Artista da cena e pesquisadora
Atriz | Performer | Dramaturga
Anticolonial - Ka'a.
Dramaturgias autorais

GUERRILHA - experimento para tempos sombrios (2016)
Direção: Raquel Castro
Dramaturgia e atuação: Idylla Silmarovi
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Sinopse:
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GUERRILHA - substantivo feminino. Ações descontínuas de inquietação, emboscadas. A principal estratégia é a ocultação e extrema mobilidade das combatentes chamadas de guerrilheiras.
Uma mulher que fala junto à voz de outras. Reconstrução sem linha cronológica de memórias ainda empoeiradas de ontem. Se as que comandam vão no TRÁ: Guerrilheiras da América: Univos!
Ópera Bruta (2018)

Direção: Raquel Castro
Dramaturgia: Idylla Silmarovi
Coletivo Bacurinhas
Sinopse:
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Ópera Bruta, lança um olhar para aquilo que nos soa masculino. As narrativas sobre o Homem e a partir do Homem, “palavra universal”, é objeto de reflexão. O que nos soa como ópera através dos duetos, trios e coros é constituído pelo que Eles dizem. Da música de falas “masculinas” metais dos canteiros de obras e ruídos Ópera, operação, operar. Bruto, não. Bruta
Glória (2020)

Direção: Rafael Bacelar
Dramaturgia: Idylla Silmarovi e David Maurity
Coletivo Toda Deseo
Sinopse:
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Glória tornou-se nosso rito, um grito, um canto. Aqui, ou melhor, aí, ícones serão desmontados, representações e símbolos serão ressignificados. Não se trata de um ultraje. Nós também temos fé.
Glória é o substantivo feminino que marca a nossa expressão contra um sistema de controle.
Um trabalho sobre a liberdade
Conselheira (2021)

Direção: Rafael Bacelar
Dramaturgia: Idylla Silmarovi e David Maurity
Coletivo Toda Deseo
Sinopse:
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"CONSELHEIRA" é um espetáculo-palestra da atriz e mãe Ju Abreu, da Companhia de Teatro Toda Deseo. Esse trabalho traz para o teatro as inquietações de uma mulher às voltas com seu trabalho e o tempo dedicado ao "ser mãe".
Aliç n'País d'Jôgo d'Bich (2021)

Direção: Thalita Motta e Thales Brenner Ventura
Dramaturgia: Idylla Silmarovi
Formatura CEFAR - Fundação Clóvis Salgado
Sinopse:
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Entramos na toca de um coelho achando que seria raso, mas nos deparamos com um abismo e, sem perceber saltamos. Um salto no escuro, escuro esse que dançamos a partir de agora.
GOLD (2022)

Direção: Tarcísio Ramos Homem
Dramaturgia Coletiva
Orientação dramatúrgica: Idylla Silmarovi
Teatro Universitário - UFMG
Sinopse:
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GOLD fala sobre o espaço-tempo: daquilo que nos foi deixado, daquilo que está em nossas mãos e daquilo que temos a dar enquanto habitantes da terra-mãe, potente, feminina, cujas imprudentes exploração e destruição avançam. Preservar, ou destruir? Semear, ou desmatar? “há um futuro possível para o planeta e seus viventes?”
Cabaré Ladeira à Bausch (2022)

Direção: Cristina Streva
Dramaturgia: Idylla Silmarovi e Rafael Bacelar
Plataforma de Criação Divinas
Sinopse:
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O espetáculo expõe a perspectiva desfragmentada, experimental, contemporânea, caótica e pós-apocalíptica em uma noite de Cabaré das Divinas Tetas. Uma previsão, uma revelação, um parto e a realidade batendo na porta. Fake News pra todo lado e a psicodelia entra em cena. Lilibertas, Madame Tityca de Boá, Willa Snack Queer, La Inominable e Sarabicha imaginam o fim e dançam a redenção.
Batalha (2022)

Direção: Rafael Bacelar
Dramaturgia: Idylla Silmarovi
Solo de Dagmar Bedê
Sinopse:
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Ser mulher deste território em nosso tempo. O risco da presença : fisica, psicológica, espiritual. Facões, vidros e cama de prego. Atriz cabareta, palhaça e faquiresa. Muitas são as vozes que ecoam. O ato de se rebelar, ou seja, de experimentar miragens de liberdade, ainda que sejam passageiras.
Se a luta é livre, estoy lista para empezar.
Karaíba: um musical originário (2022)

Direção: Rafael Bacelar
Idealização e produção: Juliana Gonçalves
Dramaturgia: Idylla Silmarovi
Sinopse:
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Com equipe composta majoritariamente por artistas indígenas, Karaíba é uma odisseia sonora teatral voltada para todos os públicos, em especial o infanto-juvenil. Baseada na obra homônima de Daniel Munduruku, a história mescla mitologia indígena e aventura. Repensa lacunas da pré-história brasileira e elucida o encontro com os europeus como parte da história, não o início dela. Um exercício de imaginação sobre como seriam os povos e a vida nestas terras antes da chegada dos portugueses, 523 anos antes de tantas caravelas.
*Recebeu o prêmio CBTJ 2024 de melhor texto adaptado para Idylla Silmarovi
El Grande Circo Firinfinfim (2023)

Direção cênica e musical: Rodrigo Negão
Criação coletiva
Dramaturgia: Idylla Silmarovi
Cia Circunstância
Sinopse:
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O Circo Firinfinfim recebeu de um grande trapezista a incumbência de espalhar aos quatrocantos a grande notícia: o fim do mundo já começou há muito tempo! Está em cada árvore arrancada, em cada terra tomada, em cada sonho abandonado. Mas como não dá mais tempo de sermos pessimistas, os palhaços do circo Firinfinfim, se inspiram na obra de Ailton Krenak, para viajar pelo tempo e tecer ideias sobre como adiar o fim do mundo.
Pa'rá - rio de memórias (2024/2025)

Direção: Marina Esteves
Idealização e atuação: Lenise Oliveira
Dramaturgia: Idylla Silmarovi e Lenise Oliveira
Sinopse:
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"Pa'ra - rio de memórias" conta a trajetória de Dalú: uma menina indígena do povo Sateré-Mawé que é levada a uma viagem no mundo dos ancestrais para retomar as riquezas de seu povo e ajudar a sua família a lidar com conflitos territoriais na cidade grande. Ao se encontrar com encantados e antepassados, a peça convida o público a navegar por esse rio de memórias e dialogar em torno das infâncias indígenas dentro e fora das aldeias.
* Recebeu o prêmio APCA de melhor monólogo na categoria infanto-juvenil em 2026.
CAÇADA (2025)

Direção: Rafael Bacelar
Idealização, atuação e textos: Idylla Silmarovi
Realização: Plataforma Ka'adela
Sinopse:
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“e se eu colocar meus ouvidos no chão para ouvir o que esta terra tem a me dizer?” Ela está posicionada. Observa e age atentamente a qualquer ruído e rastro deixado. A ação de caçar exige que os sentidos sejam aguçados, destreza e um corpo atento, no presente, em performance. A coisa meio que acaba. Uma mulher com facão. Derrubada de monumento. O círculo. Esse nome que ainda não temos. Por justa rebeldia, nós vamos fazer o caminho das brechas.